longa jornada.. (pt. 2)

6 hs.
Antigamente, eu costumava sair do Rio de Janeiro (RJ) por volta das 22 horas. É um pouco de temor de ser assaltado, coisas assim. Mas, desencanei dessas coisa, e realmente é melhor pegar o ônibus meia noite, pois ás 6 horas chego em São Paulo (SP). Com o dia já claro, mesmo no inverno. Como estava frio!! Coloquei dois casacos desta vez. Lembranças de viagens anteriores me assolam. Sempre me vem a mente a ansiedade de saber o que vem desta vez.
Chegar em São Paulo (SP) sempre me aparenta como sair de um mundo e entrar em outro, não apenas uma viagem. São mundos diferentes; o Rio de Janeiro (RJ), a estrada, São Paulo (SP) não me assustaria se descobrisse que estou, digamos, 500 anos no futuro, ou coisa assim. Mas, não me prenderei aqui, pois este texto é sobre viagens, não sobre lugares. E caminhei o percurso de sempre: saída, escadas rolantes, ver preço e horários da passagem de volta, banheiro, metrô.
Fila monstruosa................... comprei o bilhete na rua, como uma amiga me ensinou. Só que saiu mais caro... tudo estava saindo mais caro desta vez. Aliás, esta vez foi cara demais.
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7 hs.
A estação de metrô de Santana é estranha. Aquela escada rolante sempre nos parece levar de volta pra rua. A propaganda seriada nela é estranhamente desenhada. Será que foi um parente da empresa quem a desenhou? Muito tosco pra ser artístico.
Nem me lembrava mais dos nomes das ruas. Mas acertei o caminho por instinto. Doze graus!! Estava realmente frio. Chego à casa que me hospedaria e havia lindas pitangas na trepadeira que forrava o muro. Os cachorros continuam enormes. É uma casa belíssima, com certeza. Adoro a vista que se tem do sambódromo paulista da janela.
11 hs.
Deveria dar mais valor a quem realmente se importa comigo, não seguir minhas paixões. Devia ter ficado o sábado inteiro conversando com meus anfitriões, e deixar a saída para o domingo. Mas, claro, não consigo ser caseiro. Tinha de ir ao evento, e era num local complicado. Voltando ao metrô Santana, era pegar apenas uma rua e outra; mas andar nelas por pelo menos uns 15 quarteirões. Adoro caminhar, hehe.
Mas, apesar de belas paisagens de prédios distantes, um coisa irritante em São Paulo (SP), para mim, são aquelas malditas “ladeirinhas”, tão íngremes. Moro numa ladeira, e tem duas no bairro aonde moro; mas, nossa, como tem dessas ladeirinhas aqui.
Ando me confundindo com os sinais. Os paulistas adoram reclamar que o Rio de Janeiro (RJ) tem poucas placas; mas, aqui não encontro sinais de pedestres. Não posso confiar nos carros parados, assim. no Rio de Janeiro (RJ), os motoristas ficam ansiosos para avançar. E se aqui acontece o mesmo?


1 Comments:
se um cara te atropelar, alem de poder estragar o carro, ele vai ter UMA SENHORA dor de cabeça juridica :]
vc pode tirar uma boa grana dele se provar qe ele tava errado
por causa dessas coisas, em sp vc pode dançar na rua qe vc nw vai morre. bom, depende tb da rua. hasduhasdsoi
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mαchi, at 6:39 AM
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