história do Rock progressivo - parte 2 (17 / 02 / 08)
Os anos 80

(Pageant - Mosaique de la Reverie)
Numa época aonde o Punk estava consolidado , inclusive com o surgimento do “pós Punk” – centrada em bandas como The Smiths, Echo & The Bunnymen, Depeche Mode e outras – o progressivo estava amargado a ser um estilo “de uma fase”, agora esquecido. Isso poderia ser uma verdade, se não acontecesse um fato inusitado: o Japão havia descoberto o estilo. E era um estilo de moda lá. Assim, muitas gravadoras japonesas relançavam álbuns clássicos, e pediam encomendas de bandas novas. Como os membros do Locanda delle Fate disseram em entrevistas, estavam com 80 % da tiragem de seu álbum encalhada, quantidade esta que foi rapidamente vendida ao Japão no início dos anos 80. os relançamentos de álbuns obscuros e raros dos anos 70 permitiram a muitos ouvintes novos terem acesso a raridades do estilo, e o conhecer melhor. E isso sem falar nas bandas novas japonesas: Ain Soph (1983), Bi Kyo Han, (1982), Kenso, (1982), Mugen (1984), Outer Limits (1980), Pageant (1986), Teru´s Simphonia (1983), Vermilion Sands (1987)...

(Kenso - Kenso)
Isso tudo foi como uma “preparação de terreno’ para o retorno do progressivo. Tudo foi graças a quatro bandas; Saga, IQ, Pendragon e Marillion.
A canadense Saga surgiu por volta de 1978, e impressionou a todos com um álbum chamado Worlds Apart (1982). Ele continha uma sonoridade bem atualizada com o pós Punk, o Pop rock, mas com passagens virtuosas e pesadas.
Com o IQ, o Pendragon e o Marillion, tudo foi mais ousado; essas bandas demonstravam fortíssima influência do Genesis setentista, mas com uma sonoridade mais atual. É como se o Genesis nunca tivesse passado por uma fase comercial, continuasse Progressivo mesmo após o Punk. Inclusive usavam performances, marcas registradas do Genesis.

(Marillion ao vivo em 1984; maquiagens e perfomances, como o Genesis sempre personificou)
A imprensa, vendo o sucesso dessas bandas , não pôde simplesmente as chamar de “retrógradas” e “desatualizadas”; preferiram lhe dar um novo título. Estava nomeado o “Neo – Progressivo”.
Obras fundamentais desta fase : Saga – “Words Apart (1982), Pendragon “The Jewel (1985), IQ “Tales from the Lush Attic (1983), Marillion “Script for a Jester Tear (1983).

(Pageant - Mosaique de la Reverie)
Numa época aonde o Punk estava consolidado , inclusive com o surgimento do “pós Punk” – centrada em bandas como The Smiths, Echo & The Bunnymen, Depeche Mode e outras – o progressivo estava amargado a ser um estilo “de uma fase”, agora esquecido. Isso poderia ser uma verdade, se não acontecesse um fato inusitado: o Japão havia descoberto o estilo. E era um estilo de moda lá. Assim, muitas gravadoras japonesas relançavam álbuns clássicos, e pediam encomendas de bandas novas. Como os membros do Locanda delle Fate disseram em entrevistas, estavam com 80 % da tiragem de seu álbum encalhada, quantidade esta que foi rapidamente vendida ao Japão no início dos anos 80. os relançamentos de álbuns obscuros e raros dos anos 70 permitiram a muitos ouvintes novos terem acesso a raridades do estilo, e o conhecer melhor. E isso sem falar nas bandas novas japonesas: Ain Soph (1983), Bi Kyo Han, (1982), Kenso, (1982), Mugen (1984), Outer Limits (1980), Pageant (1986), Teru´s Simphonia (1983), Vermilion Sands (1987)...

(Kenso - Kenso)
Isso tudo foi como uma “preparação de terreno’ para o retorno do progressivo. Tudo foi graças a quatro bandas; Saga, IQ, Pendragon e Marillion.
A canadense Saga surgiu por volta de 1978, e impressionou a todos com um álbum chamado Worlds Apart (1982). Ele continha uma sonoridade bem atualizada com o pós Punk, o Pop rock, mas com passagens virtuosas e pesadas.
Com o IQ, o Pendragon e o Marillion, tudo foi mais ousado; essas bandas demonstravam fortíssima influência do Genesis setentista, mas com uma sonoridade mais atual. É como se o Genesis nunca tivesse passado por uma fase comercial, continuasse Progressivo mesmo após o Punk. Inclusive usavam performances, marcas registradas do Genesis.

(Marillion ao vivo em 1984; maquiagens e perfomances, como o Genesis sempre personificou)
A imprensa, vendo o sucesso dessas bandas , não pôde simplesmente as chamar de “retrógradas” e “desatualizadas”; preferiram lhe dar um novo título. Estava nomeado o “Neo – Progressivo”.
Obras fundamentais desta fase : Saga – “Words Apart (1982), Pendragon “The Jewel (1985), IQ “Tales from the Lush Attic (1983), Marillion “Script for a Jester Tear (1983).


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