magma - biografia (19/01/08)
MAGMA
Liderado pelo baterista clássico Christian Vander, o Magma surgiu na França em 1970 a partir de uma estranha e obscura banda chamada Zargones, que lançou apenas um compacto em 1968. Vander, auxiliado por Claude Engel (guitarra , flauta), Francis Moze (baixo, François Cahen (piano), Teddy Lasry (sax, flauta), Richard Raux (sax, flauta), Alain Charlery (percussão , trumpete) e Klaus Blasquiz (vocal), construíram um estilo musical único, inovador e marcante, que ajudou a criar todo um sub- gênero do Rock que ganhou o apelido de “Zeuhl”. Essa musicalidade combina elementos de Jazz, Ópera, minimalismo e música clássica do século XX, muito emotiva e quase hipnótica, que influenciou uma verdadeira gama de bandas na França e através do mundo.
Outra marca registrada da banda é o cenário criado para suas composições. Eles sempre se apresentavam como sendo um grupo de alienígenas, originários de um planeta chamado Kobaïa. Kobaïa seria um planeta moribundo, destruído pela poluição e o superaquecimento global. Assim, o Magma seria uma banda que viajaria o universo espalhando uma palavra de conscientização, aonde os seus shows seriam verdadeiras “pregações religiosas”, prevenindo as pessoas sobre os perigos da destruição do mundo pelo homem, além de explicar aos humanos as origens do povo de Kobaïa.

Para aumentar esse clima, eles se vestiam como monges, sempre ostentando o símbolo da banda – presente em todas as capas e roupas – e cantam num idioma próprio, chamado de Zeuhl. Esse idioma parece uma mistura de francês e alemão.
De sua vasta discografia, iniciaram com os álbuns “Univeria Zekt” (1970) e “1001 Centrigrades” (1971). Depois, vieram os álbuns que explicam a origem da população de Kobaïa, uma trilogia que seria uma das mais geniais do Rock e, por que não, da música clássica moderna: “Mekanik Destruktiw Kommandöh” (1973), Köhntarkösz (1974) e “Udu Wudu” (1976). Muito Jazz, ópera e minimalismo; cíclico, emotivo e o leva ao estado de transe em poucos minutos.
Com exceção do álbum ao vivo “Live / Hhai” (1975), os álbuns seguintes são mais jazzísticos, se afastando um pouco da sonoridade inicial. Mas ainda vale a citação ao igualmente bom “Attahk” (1978).
Magma é, com certeza uma das mais curiosas uniões de Jazz, ópera e Rock, que com certeza vale a audição.
Liderado pelo baterista clássico Christian Vander, o Magma surgiu na França em 1970 a partir de uma estranha e obscura banda chamada Zargones, que lançou apenas um compacto em 1968. Vander, auxiliado por Claude Engel (guitarra , flauta), Francis Moze (baixo, François Cahen (piano), Teddy Lasry (sax, flauta), Richard Raux (sax, flauta), Alain Charlery (percussão , trumpete) e Klaus Blasquiz (vocal), construíram um estilo musical único, inovador e marcante, que ajudou a criar todo um sub- gênero do Rock que ganhou o apelido de “Zeuhl”. Essa musicalidade combina elementos de Jazz, Ópera, minimalismo e música clássica do século XX, muito emotiva e quase hipnótica, que influenciou uma verdadeira gama de bandas na França e através do mundo.
Outra marca registrada da banda é o cenário criado para suas composições. Eles sempre se apresentavam como sendo um grupo de alienígenas, originários de um planeta chamado Kobaïa. Kobaïa seria um planeta moribundo, destruído pela poluição e o superaquecimento global. Assim, o Magma seria uma banda que viajaria o universo espalhando uma palavra de conscientização, aonde os seus shows seriam verdadeiras “pregações religiosas”, prevenindo as pessoas sobre os perigos da destruição do mundo pelo homem, além de explicar aos humanos as origens do povo de Kobaïa.

Para aumentar esse clima, eles se vestiam como monges, sempre ostentando o símbolo da banda – presente em todas as capas e roupas – e cantam num idioma próprio, chamado de Zeuhl. Esse idioma parece uma mistura de francês e alemão.
De sua vasta discografia, iniciaram com os álbuns “Univeria Zekt” (1970) e “1001 Centrigrades” (1971). Depois, vieram os álbuns que explicam a origem da população de Kobaïa, uma trilogia que seria uma das mais geniais do Rock e, por que não, da música clássica moderna: “Mekanik Destruktiw Kommandöh” (1973), Köhntarkösz (1974) e “Udu Wudu” (1976). Muito Jazz, ópera e minimalismo; cíclico, emotivo e o leva ao estado de transe em poucos minutos.
Com exceção do álbum ao vivo “Live / Hhai” (1975), os álbuns seguintes são mais jazzísticos, se afastando um pouco da sonoridade inicial. Mas ainda vale a citação ao igualmente bom “Attahk” (1978).
Magma é, com certeza uma das mais curiosas uniões de Jazz, ópera e Rock, que com certeza vale a audição.


1 Comments:
magma é sensacional!
tenho bootlegs deles que são ótimos!
parabéns pelo blog
o meu é
alltheworldsabootleg.blogspot.com
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Ghost rider, at 3:25 PM
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